tecnologia na área sénior com renting

Tecnologia na área sénior com opção renting

Tecnologia na área sénior com opção renting. São inúmeras as suas vantagens. Mas foquemo-nos nas instituições particulares de solidariedade social (IPSS) portuguesas. Estas enfrentam vários obstáculos ao nível da sua sustentabilidade.

Existe um grande número de instituições que atravessam graves problemas económico-financeiros. As comparticipações do Estado têm diminuído, uma vez que não há uma actualização dos apoios. Esta falha tem criado maiores dificuldades às instituições cujas despesas superam as receitas.

No entanto, muitas são as que querem investir para se modernizar. Assumem o compromisso de avançar para as novas tecnologias. Com o propósito de melhorar a qualidade dos serviços prestados aos seus utentes.

Mas não será a falta de capital disponível que impedirá as IPSS´s de investirem na sua modernização, e nas novas tecnologias. Uma vez que a opção de renting apresenta-se como uma solução vantajosa e com diversos benefícios. No entanto, fica a dúvida, mas o que é o renting?

Com efeito, trata-se de um aluguer operacional por períodos entre os 12 e os 60 meses. Sendo que o financiamento é a 100% e sem entrada inicial. Desta forma, permite adquirir equipamentos sem ter de dispor de qualquer capital. Contrariamente aos financiamentos tradicionais.

Assim, enumeremos algumas das vantagens financeiras:

– Reduzido e constante custo mensal;

– Sem investimento inicial;

– Financiamento a 100%;

– Possibilidade de adquirir os equipamentos no final do contrato pelo valor residual;

– Evita reduzir o custo do inventário no final da vida útil do equipamento;

– Manutenção da liquidez, sem esforço financeiro e linhas de crédito intactas;

– Com assinatura digital e sem papéis desnecessários.

Igualmente, falemos das vantagens fiscais: uma vez que as prestações de renting são 100% dedutíveis, não está sujeito ao imposto de selo sobre os juros.

Por conseguinte, a actualização tecnológica nas IPSS´s é uma realidade que as leva rumo ao futuro. É possível fazê-la sem dispor dos recursos financeiros da instituição. Com as inúmeras vantagens do sistema de aluguer de equipamentos para a área sénior apontadas, o renting, é uma solução para os futuros investimentos.

Trata-se de um processo cómodo, simples, vantajoso e seguro. Portanto, a opção de renting em detrimento da aquisição de equipamentos poderá apresentar-se como a solução mais eficiente e inteligente. Em suma, inovação, liquidez e crescimento para a sua instituição.

Tecnologia na área sénior com opção renting pode ser a solução ideal para acompanhar a inovação tecnológica, sem ter de comprometer a liquidez da tesouraria.

Seja Parceiro BCoTech. Consulte-nos para encontrarmos a solução à medida das necessidades da sua IPSS.

Fazemos do futuro o presente. Aposte em tecnologia. Invista connosco. Crescemos juntos.

Nota: o texto não foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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Apoio sénior: a importância das redes WiFi

Apoio sénior: a importância das redes WiFi. A rede wireless ou WiFi ou rede sem fios. Em outras palavras trata-se de uma “infraestrutura das comunicações sem fios que permite a transmissão de dados e informações sem a necessidade do uso de cabos”.

Poderemos afirmar que numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) o uso de uma rede WiFi profissional traz diversos benefícios.

Quer operacionais, havendo uma maior flexibilidade possibilita comunicar sem restrições.  Mais ainda, os funcionários estão permanentemente contactáveis. Quer financeiros, pois evita a instalação de redes telefónicas sem fios. Com efeito, permitindo numa só infraestrutura fazer a comunicação de voz e dados.

Assim, os funcionários, utentes e convidados podem usufruir do seu uso. Mas de forma devidamente controlada. Podendo centralizar a rede WiFi, e desse modo permitir a sua divisão entre a rede profissional, utilizada pelos funcionários. E uma rede guest, a ser utilizada pelos convidados.

Certamente que a utilização de smartphones e tablets no nosso dia-a-dia passou a ser banal.

Nas ERPI, os utentes utilizam-nos de forma lúdica. Enquanto os funcionários para apoio às suas atividades (por exemplo, para fazer registos de atividade diária, acesso à internet, etc.). Estes equipamentos estando ligados à rede WiFi permitem receber informação onde quer que se encontrem. Desse modo, simplificando o trabalho do pessoal auxiliar.

O uso de smartphones por parte da equipa de cuidadores é fundamental para o bom desempenho desta. E, consequentemente, garante um maior conforto e comodidade para o utente. Através de um simples smartphone ou tablet é possível dispor de um conjunto de informações e funções vitais. Permitindo o aumento substancial da eficiência e eficácia da equipa de cuidadores. Tais como:

  • Efectuar e receber chamadas telefónicas internas/externas;
  • Permite a comunicação entre os elementos da equipa prestadora de cuidados para auxílio mútuo;
  • Efectuar chamadas de emergência;
  • Permite ao utente atender uma chamada telefónica sempre que se vê privado de sair do quarto;
  • Permite ao prestador de cuidados receber chamadas telefónicas automáticas sempre que um utente accionar o sistema de chamada de enfermeira (“quadro de alvos”);
  • Integrar com o intercomunicador/videoporteiro para atender e/ou abrir a porta de acesso ao exterior;
  • Receber chamadas informativas de diversos tipos de alarme (sensores de portas de emergência, portas dos quartos, sensores de colchão e/ou tapete) para apoio a utentes com demência.

Inevitavelmente, o envelhecimento da população tem vindo a aumentar. Como resultado, são vários os estudos a prever que os idosos deverão representar 32% da população portuguesa em 2050. Ora, Portugal chegará a ser o país mais envelhecido da União Europeia. Logo a seguir à Grécia, no final do século.

Por consequência, torna-se imprescindível equipar as ERPI com a mais inovadora tecnologia para dar conforto e comodidade aos nossos idosos. De modo, a que estes vivam de forma digna o “Inverno” das suas vidas.

Para concluir, podemos potenciar o uso de uma infraestrutura WiFi com inúmeras vantagens inerentes à utilização de smartphone e/ou tablets. Estando ligados à rede WiFi têm cobertura de internet em todo o edifício. Com efeito, permite uma grande mobilidade dos auxiliares. Estes mantêm-se permanentemente contactáveis para qualquer situação de emergência. E, mesmo para o controlo das portas. A facilidade de comunicação interna entre elementos da equipa, o aumento da produtividade da equipa, são algumas das vantagens apontadas. Tal como, uma maior segurança, integração com sistema de chamada de enfermeira (recepção dos pedidos de auxílio dos quartos/wc´s), e outros sistemas (controlo de acessos, de alarmes diversos, etc).

Apoio sénior: a importância das redes WiFi. Com a finalidade de caminhar em direcção ao futuro.

Actualmente, estamos dependentes da informação ao minuto, ao segundo. Sendo assim, torna-se necessário dotar as ERPI com equipamentos que favoreçam o aumento da rentabilidade do desempenho dos prestadores de cuidados. Com efeito, ao incrementar melhoramentos nos procedimentos, iremos apoiá-los na execução das sua tarefas. Bem como, a segurança e o bem-estar dos utentes sejam salvaguardadas.

Apoio sénior: a importância das redes WiFi. O futuro chama por si. Invista em tecnologia.

 

 

 

 

Nota: o texto não foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

campainhas

Chamada de enfermeira hospitalar e chamada de auxílio sénior: as diferenças

Chamada de enfermeira hospitalar e chamada de auxílio sénior: as diferenças. Aparentemente parece não haver diferenças. Mas existem, são importantes e diferenciadoras.

Ao longo dos anos, assistimos à instalação de sistemas de chamada de enfermeira hospitalar em Estruturas Residenciais para Pessoas Idosos (ERPI). Verificamos que na maioria dos casos estes sistemas não se enquadram no ambiente. Para além da sua complexidade, são extremamente dispendiosos. Além disso, não vão ao encontro das reais necessidades deste tipo de equipamento social.

Uma ERPI não é um hospital. Logo, as suas necessidades estruturais são inteiramente diferentes. Bem como, a própria dinâmica de trabalho dos prestadores de cuidados.

Ora, uma ERPI é uma resposta social desenvolvida para o alojamento colectivo, de utilização permanente ou temporária. Destinado a pessoas idosas em situação de maior risco de perda de independência e/ou de autonomia.

Já um hospital é um estabelecimento de saúde, com serviços diferenciados, dotado de capacidade de internamento, de ambulatório (consulta e urgência). E, de meios de diagnóstico e terapêutica, cujo objetivo é prestar à população assistência médica curativa e de reabilitação, competindo-lhe também colaborar na prevenção da doença, no ensino e na investigação científica.

Então, qual a razão pelo qual uma ERPI é equipada com sistemas de chamada de enfermeira hospitalar? Na verdade, os fabricantes de equipamentos de chamada de enfermeira hospitalar não desenvolveram produtos específicos para as ERPI. No entanto, conseguiram persuadir os projectistas e instaladores elétricos que os seus produtos seriam apropriados ao ambiente sénior. Ora vejamos:

– Bezouros nos corredores são elementos perturbadores do sono e do descanso de uma pessoa idosa;

– Quadros de alvos instalados em enfermarias não funcionam nas ERPI. Devido ao número reduzido de prestadores de cuidados, estes raramente se encontram num gabinete (especialmente no período nocturno). O seu objectivo é estar em acompanhamento permanente aos utentes (rondas, posicionamentos, medicação, acompanhamento ao wc, etc.).

– Teclas para chamada do médico e sinalizador luminoso tricolor com essa função não são utilizadas, pois durante a noite por norma o médico não se encontra na ERPI;

– Intercomunicação com os quartos não é funcional, uma vez que os utentes devido à sua idade avançada e/ou por questões de saúde apresentam problemas de audição e/ou expressão;

– Pêras de chamada com botões de controlo de iluminação, tv e rádio, etc. Estes não são usados pelos utentes das ERPI;

– A estética das aparelhagens eléctricas (painéis de chamada, interruptores de cancelamento, sinalizadores luminosos das portas dos quartos, etc.) que são usadas pela chamada de enfermeira hospitalar, não se enquadram na arquitectura actualmente implementada nas ERPI. O conforto e a segurança são a principal preocupação dos responsáveis pelas ERPI. Deste modo, o utente deve sentir-se acolhido e envolvido num ambiente muito semelhante ao da sua própria casa.

Por conseguinte, o sistema de chamada de auxílio sénior não deverá ter sinais acústicos perturbadores.  Nem quadros de alvos que ninguém consegue ver. E muito menos com um aspecto hospitalar. Deverá sim, ser silencioso e eficaz na resposta aos pedidos. Apostamos em “quadros de alvos” que acompanham permanentemente os prestadores de cuidados. Estes poderão deslocar-se ao longo do edifício e estarem sempre disponíveis para responder aos pedidos de auxílio. Isto é, em qualquer zona do edifício são notificados nos telefones sem fios, smartphones ou tablets. O sistema deve fazer parte integrante do espaço e possuir um design discreto.

Inegavelmente, o futuro do sector social são as Residências Seniores Inteligentes. A tecnologia é disponibilizada de forma integrada. Isto é, o sistema de chamada de enfermeira, a rede informática e telefónica, o controlo de acessos e a videovigilância (CCTV) comunicam entre si. Os pedidos de auxílio e as rondas ficam registados informaticamente. Sendo integrado com outros sensores (para colchões, tapetes, cadeiras, etc.), que visam o apoio de pessoas, nomeadamente portadoras de qualquer tipo de demência.

Com efeito, um sistema de auxílio sénior é pensado tendo em conta as necessidades mais prementes dos profissionais e dos utentes. Colocando a tónica na segurança, quer do utente, quer do profissional. Do mesmo modo, responde de forma simples e intuitiva, auxiliando e agilizando o trabalho da equipa prestadora de cuidados. Assim como, permite a tranquilidade dos utentes.

Chamada de enfermeira hospitalar e chamada de auxílio sénior: as diferenças. Ao primeiro olhar não existem, mas estão bem visíveis para quem trabalha na área sénior.

Porque o grau de exigência é cada vez maior. Porque o futuro é hoje.

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

O "segredo" do sucesso: Residências Geriátricas Casa maior

O “segredo” do sucesso: Residências Geriátricas Casa Maior

O “segredo” do sucesso: Residências Geriátricas Casa Maior. A BCoTech desafiou a Dra. Cristiana do Nascimento, directora técnica da Casa Maior do Porto, a partilhar o “segredo” do sucesso da Estrutura Residencial para Pesssoas Idosas (ERPI) pela qual é responsável. O espírito incrível do lema “movidos pela energia dos sorrisos”, contagia quem os acompanha. Com a sua natural e espontânea simpatia, anuiu a responder-nos a algumas questões.

A nossa gratidão à incansável Dra. Cristiana do Nascimento pela partilha e disponibilidade.

  1. Na sua opinião qual é a importância da escolha da equipa?

Trabalhar na área da 3º idade é por si só desafiante. Ter uma equipa de trabalho motivada, que se reveja na missão da Instituição e que goste efetivamente na área do envelhecimento é fundamental. Trabalhamos muitas horas em conjunto, com pouca rotatividade de residentes (uma vez que permanecem connosco durante muitos anos), com múltiplas patologias, e muitas vezes num ambiente ao qual precisamos de atribuir leveza. Neste sentido, há critérios que têm que ser tidos em conta. Não basta trabalhar exclusivamente pela necessidade do ordenado, há que gostar de pessoas mais velhas, há que ter competências emocionais. Ser paciente, empático, agradável, disponível para ouvir, para estar e até para “brincar ao faz de conta.”

  1. O “segredo” para manter a equipa tão motivada?

Envolver a equipa na dinâmica da Instituição, ouvir o que a equipa tem para dizer, mostrar-lhes o quão importantes são no sucesso da nossa missão. Caso não exista este envolvimento, este espírito de pertença, nenhuma equipa terá sucesso. Muitas vezes, pese embora o reconhecimento monetário também seja importante, o reconhecimento do trabalho, o elogio, da importância que cada profissional tem no sucesso da Instituição é fundamental.

Ter na Instituição um estilo de liderança horizontal, em que é demonstrado que trabalhamos todos para o mesmo propósito, que embora tenhamos categorias profissionais diferentes, todos nós somos igualmente importantes, contribui para a motivação de qualquer equipa de trabalho.

  1. Como conseguem que os utentes participem nas V/ iniciativas com tanto entusiasmo?

Todas as atividades desenvolvidas têm em conta vivências de residentes, gostos, preferências, vontades e histórias de vida. E sempre que desenvolvemos alguma atividade que possa não ser tão impactante para os residentes, ou à qual não aderiam conforme expectável, está tudo bem….foi um caminho de aprendizagem que nos permitiu compreender o que faz ou não sentido para os residentes.

  1. O desafio de tornar a ERPI num verdadeiro “lar” para os utentes, onde se sentem em casa?

Quando os residentes são admitidos em ERPI existem mudanças inegáveis. Existe uma história de vida, várias vivências e experiências que têm que ser tidas em conta. O projeto de vida dos residentes tem que ter continuidade, embora por vezes com algumas adaptações dadas possíveis limitações que possam ter nesta fase. O importante é tentar que o conceito de casa continue sempre presente. Dar a possibilidade de personalizarem os seus quartos, trazerem alguns dos seus bens mais significativos, tornar o seu quarto aconchegante e com elementos que os remetam para quilo que era a sua casa. Importante também é manter rotinas que tiveram ao longo de vida. Se o residente tinha o hábito de se levantar cedo ou tarde, porque não manter?! Em todas as ERPI’s há residentes com gostos diferentes, com hábitos diferentes, muitas vezes é apenas uma questão de organizar o serviço tendo em conta os gostos e necessidades de cada um. Não menos importante, é o carinho, o trato, a forma de falar, sem infantilizar, mantendo a forma de tratamento à qual se habituaram ao longo da vida. Se foram sempre tratados por “Senhor”, “Senhora”, “Dona” ou um título académico, é assim que devem ser tratados. Evitando diminutivos, tratamentos “por tu”. Estas pessoas têm na sua bagagem a sua história. São SERES únicos, individuais e irrepetíveis. É assim que devem continuar a ser tratados.

  1. Em que sentido a tecnologia ajuda nas V/ tarefas diárias junto dos utentes?

Cada vez mais as tecnologias são importantes nas nossas vidas, quer em termos de hobbies, quer em termos profissionais. Ter a possibilidade de ter um sistema de chamada/ajuda que seja imediato e permita um socorro mais eficiente; quer em termos de registos realizados em tempo útil que permitem que toda a gente tenha acesso à informação em tempo útil, evitando desperdícios de tempo, respeito pelo ambiente e evitando perdas de informação.

Atender às necessidades dos residentes de forma célere e ajustada terá um enorme impacto na sua qualidade de vida e naquilo que é o seu sentimento de segurança.

  1. Sendo psicóloga, o que a fascinou na área da gerontologia?

Terminei a minha licenciatura em Psicologia em 2005. Tive o privilégio de começar a trabalhar com pessoas maiores. Após 6 meses tinha a certeza que este era o público-alvo com quem queria trabalhar para o resto da vida. Era nesta área que eu tinha a certeza que faria a diferença, era nesta área que eu poderia trabalhar, mas simultaneamente aprender diariamente. Em 2006 iniciei uma nova licenciatura em Gerontologia para adquirir mais competências sobre o processo de envelhecimento. Posteriormente, especializei-me em Psicologia do Envelhecimento e em Cuidados Paliativos. Atualmente encontro-me a realizar Doutoramento em Gerontologia e Geriatria, para tentar diariamente estar à altura do desafio de trabalhar com PESSOAS MAIORES, na certeza de que tudo farei para dar o meu melhor! Trabalhar com PESSOAS MAIORES, é ter a certeza que diariamente tenho o privilégio de estar numa biblioteca viva.

O “segredo” do sucesso: Residências Geriátricas Casa Maior são as pessoas que fazem parte dela. Ter a Casa Maior como Parceira é um privilégio.

A BCoTech ao lado dos seus Parceiros no presente e no futuro. Crescemos juntos.

Controlo de presenças nas residências seniores

Controlo das rondas nas residências seniores

Controlo das rondas nas residências seniores. A segurança é um tema sensível para os profissionais de cuidados seniores.  As Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI) têm investido cada vez mais na sua modernização. E, principalmente em sistemas que garantam a segurança dos seus utentes.

Porque se torna fundamental o controlo de rondas nas residências seniores? Inegavelmente, trata-se de uma ferramenta indispensável para o gestor da unidade.

Os elementos métricos fornecidos pelo software permitem uma análise meticulosa relativamente ao funcionamento da ERPI. Do mesmo modo, garantem que os serviços foram prestados atempadamente aos utentes.

No período nocturno, por norma estão menos cuidadores de serviço. No entanto, é nesse turno que por vezes ocorrem situações limite. Só para ilustrar, quedas ou mesmo a morte de utentes. Com o controlo de rondas essas situações poderão ser evitadas e/ou detectadas a tempo.

Para exemplicar, o quadro de alvos está dividido em três zonas distintas: Alarmes/Alertas activos, Presenças activas, e uma barra inferior com a indicação da hora. Os Alarmes/Alertas fornecem a indicação do número do quarto/WC/Sala, número da cama, ou outros, que faz o pedido de ajuda, E ainda, fornece a informação do tempo decorrido desde o início do mesmo.

A cor do alvo varia de acordo com o tempo decorrido, e se o Alarme/Alerta é ou não prioritário. Assim, sempre que o cuidador entra no quarto e marca a sua presença, esta informação fica disponível no Quadro de Alvos na zona das Presenças. Bem como, registado no software.

Deste modo, o responsável da ERPI poderá verificar nos relatórios, as ocorrências durante o período nocturno.

Com uma população cada vez mais envelhecida, é imperativo tornar as ERPI funcionais e eficientes.

Quer com propósito expresso de salvaguarda do bem-estar dos utentes. Quer apostando numa gestão de qualidade dos serviços prestados. Particularmente quanto ao tempo de atendimento aos eventos de alerta.

O controlo das rondas nas residências seniores é uma garantia de segurança do bem-estar dos utentes. Além de, disponibilizar ao gestor da ERPI informação essencial, como o tempo que leva cada cuidador a atender um utente.

Ora, com informação detalhada é possível rentabilizar os recursos humanos. E, por conseguinte, organizar de forma eficiente os turnos de trabalho.

A eficácia e a segurança são fundamentais numa ERPI.

Não só o controlo das rondas é indispensável no trabalho da equipa prestadora de cuidados. Como também, garante a segurança dos utentes.

NUCA nurse call ® a tecnologia e a segurança ao serviço dos profissionais de cuidados seniores.

Controlo de rondas nas residências seniores

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

apoio domiciliario

Apoio domiciliário: a importância no quotidiano do idoso

Apoio domiciliário: a importância no quotidiano do idoso. O apoio domiciliário é uma “resposta social que consiste na prestação de cuidados e serviços a famílias e ou pessoas que se encontrem no seu domicílio, em situação de dependência física e ou psíquica e que não possam assegurar, temporária ou permanentemente, a satisfação das suas necessidades básicas e ou a realização das atividades instrumentais da vida diária, nem disponham de apoio familiar para o efeito.”

O serviço de apoio domiciliário apresenta-se como uma resposta social de suprema importância. Quer para os utentes, quer para a própria família. Ora, o trabalho desenvolvido pelas equipas técnicas é uma mais valia. Uma vez que auxiliam o utente, bem como desenvolvem actividades que permitem a sua integração na comunidade a partir do seu domicílio. Do mesmo modo, ajudam os familiares, proporcionando horas de descanso aos cuidadores.

O papel dos profissionais é fulcral no acompanhamento do idoso. A avaliação do contexto em que este vive. A aferição da existência de uma rectaguarda familiar, dos seus recursos económicos, das condições de habitabilidade. São informações fundamentais para definir o perfil do utente. Assim como, trabalham com o idoso para fomentar a sua autonomia.

Com toda a certeza um dos grandes dramas encontrado pelas equipas técnicas é o isolamento social. A solidão também “mata”. Não só muitos são os que se dizem a aguardar que a morte lhes bata a porta. Como também, há outros pedem para que esta chegue rápido. Porque sentem que já não são úteis. Não são raros os casos em que o idoso aguarda ansioso a visita da equipa. Assim, recebe alguma atenção, e pode conversar. Talvez a única durante o seu dia. Estes profissionais levam, igualmente, grandes doses de amor e carinho para os seus utentes.

Entretanto, são reportados muitos casos de idosos isolados, sem qualquer rectaguarda familiar. Assim sendo, o serviço de apoio domiciliário é essencial para auxílio nas pequenas tarefas, tais como: a higiene pessoal ou comprar medicamentos. Por conseguinte, podemos afirmar que são muitos os idosos que dependem deste serviço para terem alguma qualidade de vida.

Os dados mais recentes afirmam que existem em Portugal 182 idosos para cada 100 jovens. O aumento da população sénior não deverá surpreender. Uma vez que a taxa de natalidade do país é das mais baixas da União Europeia. As regiões interiores são as que registam o maior número de idosos. A explicação prende-se com a “fuga” dos jovens para o litoral e a emigração.

O aumento da esperança de vida é uma das maiores conquistas da Humanidade. E talvez o seu maior desafio. É fundamental que esse aumento seja acompanhado por qualidade de vida. O problema não é envelhecer. O problema é a falta de autonomia e apoio no “Inverno” da vida.

Quando confrontado com a possibilidade de ingressar numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), por norma o idoso rejeita. De alguma forma, sente que é uma forma de abandono. Apesar de que em muitas situações só poderá encontrar o acompanhamento necessário numa ERPI, com profissionais capazes de lhe fornecer o apoio nas 24 horas do dia e nos 7 dias da semana.

Sempre que possível o ideal é manter o idoso no seu ambiente. Fomentando a sua autonomia. Garantindo, no entanto, que possui as condições para isso. Sendo-lhe prestados todos os cuidados no conforto do seu lar. O serviço de apoio domiciliário é essencial para suprir as dificuldades que possam apresentar.

Com o intuito de a facilitar o trabalho destes profissionais o mercado dá resposta com equipamentos que permitam uma comunicação rápida e eficaz.

Assim, o pendente de chamada de auxílio NUCA nurse call® é um equipamento pequeno e leve. Responde de forma eficaz às necessidades dos idosos para viverem em segurança sozinhos em casa. Deste modo, conseguem manter o contacto social com a família e com a equipa técnica. Em situação de emergência e após carregar no botão SOS alerta os cuidadores através de uma chamada telefónica. Dispõe de várias funções tais como: detecção de queda com sequência automática de chamada de ajuda; detecção de fumo com sequência automática de chamada de ajuda; botão de chamada de emergência; lista telefónica com os nomes da família e amigos; função de lembrete; possui guias vocais em português para uma melhor comodidade do utilizador.

O futuro exige a criação de uma rede nacional de serviço de apoio domiciliário. Desta forma, permitirá ao idoso manter-se no seu espaço. Na casa onde guarda as suas memórias. Os aniversários dos filhos, dos netos, as ceias de Natal, as partilhas com os que lhe são próximos. Onde guarda os objectos que trazem as recordações de uma vida.

Apoio domiciliário: a importância no quotidiano do idoso. É crucial para muitos idosos que se encontram sozinhos. Não será um exagero afirmar que será o ponto alto do seu dia pois recebem cuidados, atenção e carinho.

Sem dúvida que para proporcionar um serviço de excelência é necessário, investir na formação dos profissionais. Por outro lado, apostar numa remuneração justa e adequada às suas funções. Talvez seja a receita para o sucesso.

Posto isto, Portugal tem de ser capaz de dar uma resposta mais assertiva à sua população sénior. O caminho passa por melhorar as respostas sociais, capacitando-as para serem eficazes na sua função.

“O idoso não é um estranho. O idoso somos nós: cedo ou tarde, mas, inevitavelmente, mesmo que não pensemos nisso. E se nós não aprendermos a tratar bem os idosos, do mesmo modo seremos tratados.” (Papa Francisco)

Nota: o texto não foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Chamada de enfermeira

Chamada de enfermeira – a sua importância

Chamada de Enfermeira – a sua importância. As Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) em termos de infraestruturas sofreram uma grande alteração nos últimos anos. Houve uma crescente preocupação por parte dos responsáveis das mesmas em terem instalações que garantam o conforto, e a segurança dos seus utentes. Uma preocupação partilhada pelas autoridades que tutelam o sector.

O perfil dos utentes, também foi sofrendo alterações nos últimos anos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam cerca de 47,5 milhões de pessoas portadoras de algum tipo de demência em todo o mundo. Sem dúvida, número que irá aumentar substancialmente nas próximas décadas. Sendo que cerca de 60% a 70% dos casos, o diagnóstico é Alzheimer. Surpreendentemente, em Portugal ainda não se conhecem estudos epidemiológicos que nos possam dar um retrato real da prevalência da patologia na nossa população. Desta forma, e tendo em conta o estudo elaborado pela Alzheimer Europe em 2019, serão mais de 193 mil casos diagnosticados.

A alteração do próprio paradigma social levou à institucionalização de muitos idosos. Os quotidianos de muitas famílias já não lhes permites terem junto de si os seus familiares idosos. Assim sendo, as ERPI passaram ser fundamentais para dar uma resposta à sociedade cada vez mais envelhecida.

Com os desafios actuais, e as marcas ainda recentes da pandemia, tornou-se evidente que a modernização das ERPI já não é um projecto para amanhã, mas um projecto de hoje.

Chamada de Enfermeira – a sua importância. O sistema de chamada de enfermeira é fundamental numa ERPI. Trata-se da “espinha dorsal” em termos de segurança para garantir um atendimento eficiente e eficaz às solicitações dos utentes. Uma vez que previne situações limite e de consequências nefastas quer para estes quer para a própria ERPI.

A plataforma NUCA nurse call® é uma solução tecnológica de suporte aos cuidados de residentes seniores com características e benefícios únicos. Entre os quais a redução de custos e a facilidade de utilização quer pelos utentes quer pela equipa prestadora de cuidados. A NUCA nurse call ® consegue juntar numa só plataforma os sistemas telefónico e informático, o sistema de chamada de enfermeira, controlo de acessos e CCTV. De tal forma que possibilita o melhoramento da resposta a todas as situações. Principalmente as mais críticas, por parte da equipa de cuidadores.

O seu software NUCA Server, web based, permite o registo todos os pedidos de chamada e alertas dos utentes, tal como, as rondas efectuadas pelos cuidadores. Bem como, fornece elementos métricos para uma melhor gestão. Permite, igualmente, a realização de relatórios personalizados. E dispõe de uma API (Application Programming Interface) para a integração com outros softwares, tais como o de registos de cuidados seniores. Ao mesmo tempo, disponibiliza “quadros de alvos” digitais, personalizados em ecrãs, que podem ser espalhados por diferentes zonas dos edifícios. Através da APP NUCA os cuidadores podem receber as notificações das chamadas/alertas em smartphones e/ou tablets. É uma importante ferramenta de gestão, pois possibilita uma avaliação da eficácia das intervenções e do custo de recursos humanos associado.

A NUCA nurse call ® foi pensada e desenhada tendo em conta as necessidades mais prementes das ERPI. Esta plataforma surge com o propósito de responder de forma incisiva às preocupações e anseios dos responsáveis destas estruturas.

Em síntese, é urgente tornar as ERPI funcionais e eficientes. Quer com propósito expresso de salvaguarda do bem-estar dos utentes, quer apostando numa gestão de qualidade dos serviços prestados. Particularmente quanto ao tempo de atendimento aos eventos de alerta.

Chamada de Enfermeira – a sua importância. Não só assegurar um serviço de qualidade e excelência aos utentes de uma ERPI, como também melhorar os procedimentos e apoiar na execução das tarefas dos prestadores de cuidados.

NUCA nurse call ® a tecnologia e a segurança ao serviço dos profissionais de cuidados seniores.

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

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Case study | Casa Maior Porto – Residência Inteligente

Case study | Casa Maior Porto – Residência Inteligente. Situada no coração da cidade Invicta, a Casa Maior Porto é uma residência geriátrica de referência no sector sénior. Uma residência que se enquadra entre um ambiente hoteleiro urbano e os cuidados de saúde sénior. A Casa Maior Porto dispõe de um espaço com 5 pisos, e possui 24 quartos. A mobilidade é fundamental para uma melhor comunicação. Por conseguinte, aumenta a rentabilidade da equipa prestadora de cuidados. E igualmente, amplia a capacidade de resposta às necessidades dos seus utentes.

Necessidades:

  • recepção dos pedidos de chamada de enfermeira em qualquer ponto do edifício, devido ao facto de existirem vários pisos;
  • registo em software dos pedidos de auxílio/alertas e das rondas nocturnas efectuadas;
  • comunicação de voz entre os cuidadores em todo o edifico;
  • disponibilidade de comunicação telefónica aos utentes nos quartos e salas, sem recorrer à instalação de um telefone fixo;
  • atendimento telefónico de excelência;
  • redução de custos de comunicações;
  • acesso à internet em todo o edifício;
  • controlo da porta da rua a partir de qualquer local do edifício.

Solução:

  • integração do sistema de chamada de enfermeira com a rede telefónica;
  • implementação de um sistema telefónico DECT/IP, sem fios, com cobertura de sinal em todo o edifício;
  • uso da tecnologia SIP Trunk para reduzir custos de comunicações;
  • implementação de uma rede WiFi com distribuição de sinal em todo o edifício, com separação de redes (trabalho, convidados) para uso dos funcionários, utentes e visitantes;
  • instalação de um videoporteiro IP SIP, que permite o atendimento a partir de qualquer telefone (fixo ou sem fios).

Resultados:

  • maior rapidez na resposta aos pedidos de auxílio dos utentes;
  • garantia de resposta a todos os pedidos de chamada de enfermeira;
  • fornecimento de elementos métricos a quem gere;
  • maior eficácia da resposta da equipa de cuidadores;
  • facilidade de comunicação entre funcionários;
  • disponibilidade de comunicação aos utentes nos quartos;
  • atendimento telefónico eficaz e sem chamadas perdidas;
  • baixos custos de comunicações mensais;
  • acesso ao serviço de internet em todo o edifício;
  • visitantes e fornecedores aguardam pouco tempo quando batem à porta.

Integração de sistemas

A solução passou pela integração do sistema de chamada de enfermeira, com a rede informática, com o equipamento telefónico e o videoporteiro. Para isso a escolha dos equipamentos utilizados foi fundamental para garantir um funcionamento irrepreensível.

Chamada de enfermeira

O sistema de chamada de enfermeira inicialmente instalado dispunha apenas de um tradicional “Quadro de Alvos” ao nível do piso de serviços, no rés-do-chão. Esta solução demonstrou ser ineficaz. Uma vez que nas zonas dos quartos não existia qualquer forma de alertar os cuidadores, excepto um sinalizador luminoso colocado obrigatoriamente à porta dos mesmos. Este quadro de alvos foi substituído pelo sistema de chamada de enfermeira NUCA nurse call®.  Não só efectua o registo informático de todos os pedidos feitos pelos utentes, como emite uma chamada telefónica para o telefone sem fios do cuidador. Ao mesmo tempo a chamada dá a informação do número do quarto e da cama/WC.

Com a integração da rede informática é possível registar o serviço de rondas. Ou seja, sempre que é efectuada uma ronda o cuidador marca a sua entrada e saída do quarto.

O sistema de chamada de enfermeira dispõe de pêras de chamada com um design ergonómico. Estas são fabricadas com materiais resistentes (cabo blindado para facilitar a higienização). Com ligação standard em jack 6,35mm em forma de “L”, dificulta a sua remoção, e com uma pinça de fixação à roupa de cama para uma fácil localização e manuseamento. As pêras com 3m de comprimento permitem, igualmente, funcionar a partir de um cadeirão colocado ao lado da cama.  Utilizando um conetor de ligação standard possibilita ser facilmente substituído por um outro tipo de transdutor (por exemplo, pêra de chamada pneumática ou de sopro, sensor de movimento, etc.). Assim, garante uma utilização simples e uma fácil adaptação do transdutor aos utentes.

Rede de dados

O uso de switch´s com PoE (Power over Ethernet) foi necessário para a alimentação eléctrica sobre a tomada de rede dos Acess Point WiFi, telefones IP, antenas Dect/IP e videoporteiro IP SIP.

Foi implementada uma rede WiFi, com gestão centralizada para a atualização automática dos equipamentos e detecção de anomalias. Desta forma, garante a cobertura total do sinal no interior de todo o edifício. Por questões de segurança e conforto foram separadas as redes de trabalho e de convidados.

Sistema telefónico IP

A mobilidade é a chave do sucesso desta implementação. Pois a existência de vários pisos dificultava a capacidade de comunicar. Nesse sentido, foi instalada uma solução de comunicações de voz sem fios. Baseada na tecnologia Dect/IP, permite a cobertura total em todo o edifício. Com efeito, os cuidadores passaram a estar permanentemente contactáveis. Do mesmo modo, passou a ser possível levar um telefone sem fios aos utentes para que estes possam falar com a família e os amigos quer no interior do seu quarto, quer em qualquer outro local do edifício.

O uso de telefones sem fios permite receber todos os pedidos de chamada de auxílio efetuados pelos utentes. Através de uma chamada telefónica automática, que reproduz uma mensagem de voz com a indicação do número do quarto e da cama/WC.

Para além do sistema automático de chamadas, o bom atendimento telefónico também é garantido pela rede Dect/IP. Caso não esteja nenhum funcionário disponível na recepção, as chamadas poderão ser atendidas nos telefones portáteis.

Os custos das comunicações são uma preocupação para quem gere. Posto isto, a Casa Maior optou pela implementação de um serviço telefónico SIP Trunk. Com custos mais baixos do que o velho RDIS, trabalha em cima da fibra óptica em vez das ligações tradicionais de cobre, reduzindo a probabilidade de avarias.

O baixo custo do serviço telefónico SIP Trunk, associado ao uso de telefones sem fios Dect, eliminam a necessidade do uso paralelo de telemóveis.

Videoporteiro

Um dos elementos de insatisfação dos familiares e visitantes de uma residência sénior é o tempo de espera quando tocam à porta. Com o propósito de garantir a redução do tempo de espera, foi instalado um videoporteiro integrado com o sistema. Assim, a chamada pode ser atendida em um ou mais telefones, e em qualquer zona do edifício. Ademais, a porta pode ser comandada a partir de qualquer um dos telefones.

Resultado final

O resultado final da integração dos diversos sistemas de comunicação e automação é bastante satisfatório. Visto que se verificou um aumento claro da eficácia e da produtividade da equipa prestadora de cuidados. Ao mesmo tempo, um enorme conforto e satisfação por parte dos utentes.

A Casa Maior – Residências Geriátricas posicionou-se na linha da frente em termos tecnológicos, com o intuito de melhorar os serviços prestados aos seus utentes. Ousou em fazer diferente. Ousou em pensar “fora da caixa”.

A elaboração do Case study | Casa Maior Porto – Residência Inteligente permite antever o futuro das Residências Seniores.

A BCoTech apresenta um enorme agradecimento à Casa Maior | Residências Geriátricas pela confiança e disponibilidade. O Case study | Casa Maior Porto – Residência Inteligente – foi possível graças à relação de parceria que mantemos com os nossos Clientes.

NUCA nurse call® by BCoTech sistemas avançados de chamada de enfermeira ao seu lado no presente e no futuro. Juntos somos mais fortes.

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

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As Residências Seniores Inteligentes: o futuro é hoje

As Residências Seniores Inteligentes: o futuro é hoje. O presente exige que as Estruturas Residências para Pessoas Idosas (ERPI) sejam capazes de darem respostas rápidas e eficazes. Vivemos tempos de excepção, vivemos tempos de grande exigência. A luta diária que travam os profissionais de saúde e da área sénior é desgastante, é exaustiva. Mas o tempo não pára.  Não há tempo para tréguas. A luta continua. Cada dia conta. Por conseguinte, as ERPI´s têm de estar dotadas de recursos capazes de lhes conferir a eficácia exigida. Ou seja, estarem aptas a responder a todas as situações.

As Residências Seniores Inteligentes deixaram de ser um projecto de futuro, visto que são a realidade no presente. A capacidade de investir na tecnologia capaz de lhes dar respostas rápidas e eficientes, é a preocupação dos responsáveis pelas ERPI´s. Primordialmente, uma tecnologia avançada fiável. Uma tecnologia que permita facilitar o desenvolvimento das funções dos prestadores de cuidados, protegendo o melhor interesse dos utentes. É esta tecnologia que irá posicionar as ERPI´s na linha da frente em termos tecnológicos. Com o propósito de implementar estratégias que permitam melhorar os serviços prestados. O conforto e a segurança dos utentes são o primaz de qualquer ERPI. A possibilidade de existir uma plataforma que reúna toda a tecnologia necessária para o bom funcionamento de uma ERPI é real. Uma plataforma que congregue: os sistemas telefónico e informático, o sistema de chamada de enfermeira, o controlo de acessos, a videovigilância. Deste modo, é possível dar respostas rápidas a todas as solicitações dos utentes. Bem como, rentabilizar o tempo da equipa de auxiliares.

A plataforma NUCA nurse call é uma solução tecnológica de suporte aos cuidados de residentes seniores com características e benefícios únicos, entre os quais a redução de custos e a facilidade de utilização quer pelos utentes quer pela equipa prestadora de cuidados. A NUCA nurse call o parceiro das ERPI´s na hora da reestruturação, na hora da mudança.

As Residências Seniores Inteligentes: futuro é hoje. O futuro é este momento. Inegavelmente, não é possível adiar o futuro.

A BCoTech ao seu lado no presente e no futuro. Juntos somos mais fortes.

 

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

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Os novos desafios das Residências Seniores: quais as exigências?

Os novos desafios das Residências Seniores trazem muitas exigências. Quais as exigências? São diversas, o importante é questionarmos se estão preparadas para cumprir as mesmas.

A pandemia confrontou-nos com a nossa fragilidade enquanto seres humanos. Teve o condão de deixar a nu um “sistema” deveras frágil e com muitas falhas. O drama vivido em muitas residências seniores demonstrou que não estávamos preparados para enfrentar algo com a dimensão desta pandemia. Mas a pergunta que se impõe é: estarão preparadas para enfrentar a 2.ª vaga que vem sendo anunciada?

Ultimamente ouvimos falar em verdadeiros “cenários de terror” em lares de idosos. Ouvimos, igualmente, acusações que “os lares de hoje são depósitos e terra de ninguém”. Que se cometem “verdadeiros crimes contra pessoas em muitos deles”. Perante estas acusações gravíssimas, onde estão as autoridades competentes para verificar a sua veracidade? O que fazem para impedir esses “crimes”? As entidades competentes estarão a regular e a fiscalizar eficazmente? O que realmente acontece às pessoas que maltratam os nossos idosos? Estas e outras questões que continuam sem resposta. Porquê? Porque a notícia de hoje, é lixo amanhã.

Falámos de acções contra pessoas que muitas vezes se encontram em situações de dependência, de fragilidade. O Estado não pode demitir-se da função de protecção dos seus cidadãos. A sociedade civil não pode continuar a fingir que está tudo bem. Porque nem todos estamos bem.

São feitas exigências ao poder político. Exige-se uma categorização profissional para os auxiliares, de forma a capacitá-los com competências para as funções que desempenham e permitir-lhes auferir salários mais justos. Porque na verdade “não é a mesma coisa virar frangos e virar velhos”. É exigida uma directiva geral que comprometa todos os lares de idosos com procedimentos preventivos concretos. Exigem-se apoios e medidas consistentes para evitar os dramas vividos no início da pandemia.

Os responsáveis das residências seniores deverão responder ao desafio. Este será talvez o repto mais difícil das suas carreiras. A reestruturação em tempos de Covid-19. Ousar em fazer diferente, em pensar “fora da caixa”. Apostar na formação dos seus colaboradores. Fornecendo-lhes as ferramentas necessárias para que possam cumprir de forma eficaz as suas tarefas. Equipar as suas estruturas com tecnologia capaz de lhes dar respostas rápidas. Equipamentos que facilitem o desenvolvimento das funções dos prestadores de cuidados e protejam o melhor interesse dos utentes. A necessidade de modernizar estas estruturas é premente. Torná-las funcionais, eficientes e aprazíveis para os seus residentes. Salvaguardando o bem-estar dos idosos, e apostando numa gestão de qualidade dos serviços prestados, nomeadamente quanto ao tempo de atendimento aos eventos de alerta.

Temos obrigatoriamente de ter aprendido com os erros do passado recente. A 2.ª vaga anunciada vai acontecer. É uma questão de tempo.

Assim,se a tragédia se repetir, não poderemos demitirmo-nos da culpa. Nós, enquanto sociedade civil temos o dever de exigir que sejam tomadas medidas. Os velhos de amanhã seremos nós. Temos de agir agora. A hora é agora.

“O idoso não é um estranho. O idoso somos nós: cedo ou tarde, mas, inevitavelmente, mesmo que não pensemos nisso. E se nós não aprendermos a tratar bem os idosos, do mesmo modo seremos tratados.” (Papa Francisco)

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

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Os Lares de Idosos: uma necessidade? Uma inevitabilidade? Uma consequência da vida moderna?

Os lares de idosos serão uma necessidade? Uma inevitabilidade? Uma consequência da vida moderna? Afinal o que mudou na nossa sociedade para neste momento existirem filas de espera para entrar num lar de idosos?

Um Lar de Idosos ou Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) é um “estabelecimento para alojamento colectivo, de utilização temporária ou permanente, em que sejam desenvolvidas actividades de apoio social e prestados cuidados de enfermagem” (Portaria n.º 67/2012 de 21 de Março). Hoje o mercado oferece-nos várias opções direccionadas para os diferentes segmentos da nossa sociedade. Uma Residência Sénior é um lar mas com características que muito se assemelham a uma residência particular. Normalmente, de pequena dimensão, possuindo um n.º reduzido de camas. Oferece um atendimento mais personalizado e familiar aos seus utentes. O Hotel Sénior é, igualmente, um lar que se encontra inserido num ambiente turístico. Este tipo de equipamento destina-se a um segmento alto da sociedade. As Residências Assistidas são apartamentos associados a um lar de idosos. Providenciam todos os cuidados necessários aos utentes, contudo estes mantêm a sua independência e autonomia. Tal como o Hotel Sénior, esta opção apresenta-se para um segmento alto.

Este tipo de resposta social está regulamentado, e tem especificidades previstas na lei que têm de ser criteriosamente cumpridas. Entre os vários objectivos impostos por lei o “proporcionar serviços humanizados, permanentes e adequados à problemática biopsicossocial das pessoas idosas” é talvez dos mais importantes. É fundamental para cumprir com as componentes essenciais ao bem-estar dos idosos como a manutenção da autonomia, independência, liberdade, identidade, integridade, respeito, privacidade e conforto dos utentes. Num recente relatório apresentado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), numa lista de 50 países europeus, Portugal encontrava-se no grupo dos 5 que pior trata os idosos. Esta violência perpetrada contra os idosos é uma realidade cada vez mais alarmante no nosso país. São reportados casos de idosos violentados física e psicologicamente nos seus ambientes familiares, como também nas instituições onde se encontram. Segundo o investigador Mauro Paulino “os maus tratos em contexto institucional é um tema mais recente, porque na consciência social, se colocamos um idoso numa instituição, a ideia é que lá ele seja bem cuidado e bem tratado.” Temos assistido a várias denúncias na comunicação social de instituições, algumas delas em situação ilegal, que maltratam os seus utentes. Alguns testemunhos causam uma angústia enorme, ao vermos a forma cruel e selvática como os idosos são tratados. Ora, é premente que as ERPI invistam na formação e qualificação dos seus recursos recursos humanos, de modo a evitar situações de abuso. É, igualmente, premente que exista mais e melhor fiscalização por parte do Estado às instituições.

Os idosos institucionalizados não podem ser tratados de forma indigna que violem os seus direitos fundamentais. As ameaças à sua dignidade, as atitudes ofensivas levam à perda de auto-estima, de auto-respeito e sentimento de valor nos idosos.

Os cuidados prestados numa ERPI devem respeitar sempre a condição dos idosos, mesmo que estes se encontrem numa situação de debilidade, consequência de uma doença. Existem valores e crenças que deverão sempre ser tidos em consideração devido à dignidade implícita à sua condição humana. É uma realidade, também, que existe muito trabalho “invisível” nas ERPI, o chamado “trabalho emocional”, levado a cabo pela equipa de prestadores de cuidados. Constroem pontes, edificam relações, fomentam amizades, criam um ambiente que em tudo se possa assemelhar a algo familiar.

Actualmente, o negócio dos lares para idosos já vale mais de 300 milhões de euros em Portugal. E porquê? O envelhecimento da população é um factor determinante. Vivemos num “país de velhos”, com uma das taxas de natalidades mais baixas da Europa. Somando a este factor, temos uma alteração fundamental no paradigma da nossa sociedade: a entrada da mulher no mercado de trabalho. A mulher já não está em casa para cuidar dos filhos, dos pais e dos sogros. A mulher deixou de ser a “cuidadora” principal, deixou de estar em casa. Este factor contribuiu, também para o aumento da procura de serviços de assistência à terceira idade. Os filhos já não têm disponibilidade para cuidarem dos seus pais. A vida moderna deixa-nos pouco tempo para cuidarmos dos nossos descendentes e ascendentes. O recurso a terceiros para lhes prestarem os cuidados é algo cada vez mais comum na nossa sociedade. É a pressa dos dias, é tempo que corra mais rápido do que seria expectável. Apesar da situação ideal ser manter os idosos nas suas casas, isso nem sempre é possível. É necessário garantir as condições de saúde e de segurança dos mesmos. Umas vezes a opção de ingressar numa ERPI é dos filhos, mas há quem opte por ir por iniciativa própria.

Os especialistas consideram que para os idosos deixarem a sua casa é algo profundamente doloroso. A casa é mais do que paredes, é o lar. É uma vida cheia de recordações, são as memórias de família. Daí ser essencial a personalização do quarto na ERPI. Não é aconselhável o corte radical com o passado. Equilibrar o que se deixa para trás com a nova realidade é difícil nos primeiros tempos. A adaptabilidade é um processo que poderá ser aligeirado com a presença de objectos que os acompanharam uma vida inteira. Sejam fotografias, móveis, livros, algo que os faça regressar a “casa” e os faça sentir em “casa”.

A forma como os idosos são recebidos, o clima relacional em que são envolvidos, os espaços e as actividades que lhes proporcionam podem contribuir para uma adaptação mais tranquila.

Mas fundamental é a preservação dos laços familiares. Muitos idosos afirmam que depois de estarem num lar, os familiares afastam-se, deixam de os visitar, perdem o contacto. Talvez seja esse afastamento que mais receiam os nossos idosos. O corte com as relações familiares. O medo do abandono. Daí ser necessário que os profissionais criem condições que permitam preservar e incentivar a relação familiar dos seus utentes.

Ingressar num lar é o que desejamos para o “inverno” das nossas vidas? Consideramos que seremos um fardo para os nossos filhos? Conseguiremos ser felizes num sítio que não é a nossa casa? É uma necessidade? É uma inevitabilidade? Aprenderei a viver esta nova etapa? Serão estas e outras questões pertinentes que são colocadas todos os dias pelos nossos idosos. Serão estas e outras questões pertinentes que colocaremos daqui a algum tempo… e talvez já não falte tanto tempo assim.

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

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Coisas simples com importância numa ERPI

Coisas simples com importância numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI). Numa ERPI existem procedimentos complexos, os quais de forma simplista poderemos considerar coisas simples com importância.

Se reflectirmos as ERPI´s albergam um universo de acções diárias que passam despercebidas à maioria das pessoas. Mas que são de suma importância para todos os que vivem e trabalham na residência.

Actualmente, o mercado apresenta diversas soluções que têm o objectivo claro de facilitar o trabalho dos profissionais de geriatria. Estas soluções facultam ferramentas capazes de agilizar as rotinas diárias nas ERPI´s, e garantem uma maior segurança em termos de resposta imediata.

Uma solução integrada de alerta através de comunicação telefónica, visual e registos de eventos de situações de alerta e/ou chamada, fornece ferramentas fundamentais para a gestão da ERPI. Como a emissão de relatórios que permitem a confirmação da realização dos eventos de atendimento e/ou rotina. É um importante instrumento para a avaliação da eficácia das intervenções e do custo inerente em termos de recursos humanos.

Um sistema de vídeo-vigilância (CCTV) possibilita o registo de todos os acontecimentos ocorridos nas 24h/7dias nas instalações. Poderá funcionar, igualmente, como um elemento de prevenção de quedas. E, controla as entradas e saídas, assegurando que as pessoas não autorizadas não se ausentam das instalações.

O videoporteiro tem dupla função: câmara de vigilância e intercomunicador. Proporcionando o controlo ao acesso às instalações, e monitorizando a segurança da porta de entrada. Com a possibilidade de um leitor de RFID integrado para a entrada das pessoas autorizadas de forma segura e, sem necessidade de chave. Uma das comodidades prende-se com o facto de ser possível responder sempre que tocarem à porta através do telefone sem fios.

O porquê da integração de todos os equipamentos com o sistema telefónico?

– Possibilita uma resposta imediata por parte dos auxiliares;

– Eficácia e rapidez nos procedimentos;

– Maior segurança.

Num Portugal envelhecido com necessidades e problemas bem distintos de há 20 anos atrás, as ERPI´s devem apostar na qualidade e na excelência das suas respostas. Posicionando-se na linha da frente em termos tecnológicos, e repensando as estratégias que permitam melhorar os serviços prestados aos seus utentes.

Porque a vida é feita de coisas simples com importância, a BCoTech ao seu lado no presente e no futuro. Juntos somos mais fortes

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

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Procedimentos de alerta num sistema de chamada de enfermeira

Os procedimentos de alerta num sistema de chamada de enfermeira garantem uma ligação permanente entre os residentes e os auxiliares.

A BCoTech reconhecendo a importância da eficiência e do tempo de resposta às solicitações dos utentes, desenvolveu a plataforma eCares da Yeasys (marca 100% portuguesa). Uma solução tecnológica de suporte aos cuidados de residentes seniores com características e benefícios únicos, entre os quais a redução de custos e a facilidade de utilização quer pelos utentes quer pela equipa prestadora de cuidados. O procedimento e fluxo de alerta com a sua eficácia comprovada garantem uma ligação constante entre os residentes e os auxiliares. Pois cada alerta gera de imediato um registo e uma chamada telefónica para a equipa. As chamadas não atendidas são automaticamente repetidas ou reencaminhadas conforme a escala predefinida, reduzindo o tempo de resposta, minimizando o factor de risco para o utente, e evitando a duplicação de tarefas dos auxiliares.

O servidor eCares inclui ainda ferramentas de emissão de relatórios que permitem a confirmação da realização dos eventos de atendimento e/ou rotina, com o registo da hora do alerta, tempo de espera, tempo de atendimento e identificação do elemento da equipa. É um importante instrumento de gestão de recursos, permitindo a avaliação da eficácia das intervenções e do custo inerente em termos de recursos humanos. Estes relatórios permitem, igualmente, fornecer uma garantia complementar da efectividade dos serviços prestados, uma vez que todos os eventos provenientes quer da chamada de auxílio (pêra) quer dos sensores de movimentos são registados para efeitos de auditoria de qualidade (interna e externa).

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Além dos alertas gerados pelos sensores e pelas chamadas dos utentes, o eCares pode controlar o serviço de rondas. Este é sinalizado por uma tecla específica na entrada do quarto, e accionada sempre que necessário, originado um registo no software.

Os procedimentos de alerta garantem uma maior segurança em termos de resposta imediata. Previnem situações limite e de consequências nefastas quer para os utentes quer para a própria instituição.

A Yeasys eCares é uma plataforma de chamada de emergência que auxilia na gestão de Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI), bem como nas Unidades de Cuidados Continuados (UCC) e ambientes hospitalares.

Nota: este texto não foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

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A importância de um sistema de chamada de auxílio sénior

Enquanto outros dormiam, a Maria Antónia cuidava

Pretende-se salientar a importância de um sistema de auxílio sénior numa Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI). O texto abaixo é ficção, mas pode ser a história de um dia de vida de uma auxiliar de geriatria.

Fui desafiada a escrever sobre cuidados seniores, como não é bem a minha área, fiquei bastante apreensiva e ansiosa porque não fazia ideia sobre o que escrever. Foi-me pedida criatividade, um artigo diferente, um artigo apelativo e um tanto ao quanto informal.

Ao comentar com a minha mãe enquanto bebíamos a nossa tradicional cevada de sábado à tarde, ela lembrou-se da vizinha da minha tia, a Maria Antónia. Uma autêntica personagem saída daqueles contos para crianças, uma senhora com um ar bondoso, de riso fácil, sempre bem-disposta, com uma frase simpática na ponta da língua para quem a interpela.

Hesitei mas arrisquei e falei com a minha tia. Expliquei-lhe que tinha de escrever um artigo sobre cuidados seniores, e que a minha mãe se lembrou da Maria Antónia que trabalha à uma vida inteira num lar de idosos. A minha tia acedeu a falar com ela, que se prontificou a encontrar-se comigo. No seu jeito descontraído propôs pedir autorização à direcção do lar para que eu acompanhasse um turno dos dela, e visse como funciona um lar de idosos. A autorização foi concedida, e a aventura esperava-me.

A Maria Antónia, como tantas outras pessoas trabalha por turnos, e na semana que agendamos o acompanhamento estava a fazer o turno da noite. Por um lado, foi melhor porque não senti que perturbei a sua rotina, melhor dizendo, não me senti uma intrusa, pois é durante o dia que existem mais solicitações por parte dos utentes. A Maria Antónia teve uma maior disponibilidade para me explicar o funcionamento, as grandes alterações que a direcção da instituição implementou e que vieram modificar por completo a dinâmica de trabalho da equipa de prestadores de cuidados. Por outro, não vi a azáfama que devem ser os turnos de dia, com muitas mais auxiliares, e toda uma agitação normal num equipamento social como este. Desempenha as funções de auxiliar de geriatria, com 52 anos trabalha nesta área desde os 22, entre as várias formações que foi fazendo ao longo do seu percurso profissional, foi-me dizendo que as coisas mudaram imenso, para melhor claro. As novas tecnologias vieram permitir-lhe fazer o seu trabalho de forma mais eficaz e tranquila.

A Maria Antónia é daquelas pessoas que são apaixonadas pelo que fazem, constatei isso à primeira vista, pela forma como fala e como executa as suas tarefas, não coloca “pós de perlimpimpim” mas que estranhamente se assemelha a algo do género. Considera que o seu trabalho é essencial para dar conforto e, muitas vezes, alento àqueles que impossibilitados de estarem nos seus domicílios, estão institucionalizados, nas suas palavras “enquanto os outros dormem, eu cuido dos meus meninos e meninas”. Reparando na minha expressão de espanto relativamente ao uso das palavras “meninos” e “meninas”, respondeu-me prontamente que é a forma carinhosa como trata os utentes, não gosta de empregar a palavra “velhos”. “Ora, velhos são os trapos, e eles nesta altura da vida precisam de ser tratados com todo o carinho, como se fossem crianças, precisam de sentir que alguém se preocupa e gosta deles. Os meus meninos e meninas são muito mimados, sabia? (risos).”

Conforme combinado fui ter com a Maria Antónia a sua casa, ofereceu-me um café forte advertindo-me que a noite seria longa, e depois pusemos-nos a caminho porque gosta de chegar antes da hora. O turno iniciou-se às 23 horas e terminou às 7 horas do dia seguinte. Ao chegarmos ao portão da instituição constatei que o abriu através de uma aplicação no seu smartphone. Questionei, e entre risos, foi-me dizendo que desde que o lar aderiu às novas tecnologias nunca mais nada foi igual, “é o futuro” (risos). Assim que entramos no edifício passou o seu cartão de funcionária por um leitor que automaticamente registou a sua entrada, antecipando a minha pergunta, respondeu “aqui não há falhas, o nosso chefe em casa consegue ver a que horas entramos e saímos, as tecnologias, sabe? (risos).

Aguardei numa sala enquanto se fardava. Era confortável mas parecia uma sala técnica, com um monitor onde apareciam vários registos, telefones portáteis e até tablets. A Maria Antónia apresentou-me às colegas e explicou que eu estava ali para ver o funcionamento do lar no turno delas com o objectivo de escrever um artigo para uma revista. Todas quiseram dar uma opinião sobre as mudanças feitas recentemente, umas concordavam outras nem por isso, com um piscar de olhos e um aceno de cabeça tirou-me dali e começou uma visita guiada pelo lar. Apercebi-me que antes de sair pegou num dos portáteis que estavam em cima da mesa. De imediato perguntei porque tinha de andar com ele, foi quando começou a elucidar-me relativamente ao funcionamento do sistema de auxílio sénior implementado recentemente.

Num tom bastante circunspecto, que ainda não tinha utilizado, a Maria Antónia começou por explicar-me que trabalhava naquela instituição há 30 anos, já tinham passado por ela, várias directoras técnicas, gestores, administradores e que de alguma forma, uns mais do que outros, foram modernizando as instalações. Mas a grande preocupação de todos eles foi sempre a própria infraestrutura. Tornar as áreas comuns e os quartos mais confortáveis, as áreas de serviço mais funcionais, no entanto a componente da segurança nunca tinha sido abordada. Durante anos houve um “braço de ferro” entre a direcção técnica e a equipa de auxiliares. O motivo prendia-se com a questão de alguns utentes queixarem-se aos familiares que passavam noites inteiras a gritar por ajuda e que ninguém respondia ao chamado. Afirmavam que durante o dia as auxiliares não passavam nos quartos para saber se estavam bem, ou se precisavam de cuidados. Outro motivo para esta “guerra” era o facto de alguns utentes conseguirem fugir, serem levados novamente pelos familiares. Houve até um utente que esteve desaparecido vários dias e foi a polícia que o encontrou cheio de frio e de fome, levando-o de volta à instituição. Ora, a Maria Antónia afirmou “eu compreendia a parte da direcção técnica que “apertava” connosco porque era, igualmente, “apertada” pela direcção do lar que pedia explicações coerentes para se justificar perante as famílias. O sistema que tínhamos não nos permitia estar contactável a todo o momento. Falando por mim e não pelas minhas colegas, eu na ronda da noite de X em X tempo ia verificar quarto a quarto para certificar-me que estavam todos bem. Durante o dia a correria é maior, não posso afirmar que em 30 anos de trabalho não me tenha escapado que um utente precisasse de mudar a fralda ou a posição em que estava deitado para não criar chagas. Mas somos todos humanos e temos falhas. Relativamente às fugas, não conseguíamos controlar todas as saídas e não é fácil quando os utentes sofrem de algum tipo de demência. ” https://www.chamadadeenfermeira.pt/controlo-acessos/ Enquanto caminhávamos pelos corredores vazios e silenciosos, era perceptível a angústia na sua voz. De facto, era algo que a causticava, saber que por vezes houve utentes que não foram tratados como deveriam ser. Mas logo de seguida, e com um sorriso aberto, falou da enorme transformação que houve recentemente, “uma autêntica revolução” (risos).

A direcção da instituição após ponderar as necessidades apontadas pela direcção técnica decidiu “abrir os cordões à bolsa” (palavras da Maria Antónia), e fazer um investimento em termos tecnológicos que veio dinamizar o trabalho da equipa. Enquanto isso, o telefone sem fios que trazia consigo tocou, a Maria Antónia colocou-o em alta voz para eu poder ouvir a mensagem automática “auxílio à cama 2, quarto 107”. Era um pedido de ajuda de uma utente, de imediato subimos ao piso 1, depois de ser dada a devida autorização entrei no quarto. Percebi que desligou o alarme junto à cama, e perguntou à D. Amélia o que precisava. Era apenas um copo de água porque tinha a boca muito seca, houve uma troca de palavras, aconchegou-lhe os cobertores, um beijinho na testa e “se precisar de mais alguma coisa, é só carregar na pêra que venho logo”, voltou a carregar num botão à saída. Depois explicou-me que este pedido de auxílio ficou registado num software, com a hora a que chegou junto da D. Amélia, a hora a que terminou e saiu do quarto. A Maria Antónia elucidou-me que a solução pela qual optaram permitiu a interligação de todos os sistemas. Desde o video-porteiro na entrada do edifício, o qual permitia abrir a porta através daquele telefone sem fios, ao controlo biométrico, ao controlo de acessos às entradas e saídas, à prevenção das quedas, à detecção de saída da cama e/ou quarto, ao controlo de utentes com problemas de orientação. Tratava-se de uma solução de integrada de alerta, através de comunicação telefónica, visual e registos de eventos de situações de chamada e/ou alerta. Todos os eventos ficavam registados numa base de dados para efeitos de gestão de qualidade dos serviços prestados, nomeadamente quanto ao tempo que levavam as auxiliares a responder aos pedidos de auxílio dos utentes. Permitia, ainda, fazer o controlo das rondas, com o respectivo registo dos tempos despendidos com cada utente. Em termos de controlo, a directora técnica iria receber na manhã seguinte um email com um relatório onde constavam todos os registos referentes ao turno da noite, os pedidos de auxílio, o registo das rondas efectuadas. Deste modo, mantinha-se permanentemente informada relativamente a cada turno. A Maria Antónia confidenciou que este sistema as protegia relativamente às “acusações” de que por vezes eram alvo, uma vez que quando algum utente se queixava que ninguém lhe prestava ajuda, os familiares poderiam consultar os registos e verificar que tal não correspondia à verdade. Afirmou que “agora estamos sempre contactáveis, se eles carregarem na pêra a pedir ajuda, nós sabemos exactamente quem é que a solicitou e mais rapidamente prestamos auxílio, já não há desculpas para o “não ouvi”, “não vi os sinalizadores”, enfim…isso era matéria para um outro artigo (risos).”

Passava pouco da meia-noite, a Maria Antónia começou a fazer a ronda habitual. Passou em todos os quartos e verificou se estava tudo bem. Reinava um silêncio ensurdecedor em cada piso, mas a atmosfera era de uma tranquilidade que não imaginava que fosse possível num lar de idosos. Perto das 3 da manhã, tocou um alerta e ouviu-se “auxílio ao WC, quarto 212”, a Maria Antónia saiu disparada e subiu ao piso 2. De rosto fechado disse-me “é o Sr. Américo, ele não anda nada bem, perde o equilíbrio com muita facilidade, por favor espere aqui à porta.” Do lado de fora consegui perceber que de facto o utente estava caído no WC e a Maria Antónia trazia-o de volta para a cama. Ouvi-a dizer-lhe num tom amigável “então não podia ter apertado a pêra que eu tinha vindo ajudá-lo, eu sei que não gosta de incomodar, mas é para isso que aqui estou, para o ajudar. Por favor, chame as vezes que precisar, sejam 10 ou 20 vezes, não quero que se magoe.” O Sr. Américo agradeceu e prometeu que a chamaria se precisasse de ir novamente ao WC. A Maria Antónia saiu bastante taciturna do quarto. Começou por dizer que “este utente ficou recentemente viúvo, e optou por vir para cá para não incomodar os filhos. Diz que eles têm vidas muito ocupadas e não quer atrapalhar ninguém. Passa os dias a ler e a passear pelo jardim. É muito introspectivo mas tem sempre uma palavra agradável para todas nós, e não gosta de aborrecer. Já alertei a Dra. Alice, a directora técnica, que acho que ele não anda bem, está com perda de equilíbrio. Na semana passada, troquei o turno com uma colega, e estive à noite. Perto das 5 da manhã recebi um alerta que ele tinha caído da cama. Nós temos sensores que nos alertam quando os utentes saem da cama, portanto tenho de reforçar que é preciso que a Dra. Maria do Carmo, a médica da instituição, veja o Sr. Américo.” Questionei-a relativamente aos sensores, de imediato esclareceu-me que estes sensores de cama são imperceptíveis. Emitem um alerta sempre que o utente se levanta, ou quando passa um determinado tempo sem se mexer. Têm, igualmente, uns sensores de infra-vermelhos em alguns quartos, para os utentes que sofrem algum tipo de demência, como alzheimer, desta forma sabem quando estes saem. A instituição adquiriu umas pulseiras para que estes utentes possam circular livremente mas de forma segura pelo edifício. Esse sistema de alta tecnologia baseado na identificação de pessoas à distância, permite saber a localização exacta dos utentes, evitando que eles fujam, se percam ou sofram algum tipo de acidente. Não existindo barreiras físicas, estes não se sentem vigiados nem enclausurados. No entanto, o sistema permite o controlo efectivo da sua posição, dando uma certa tranquilidade à equipa de auxiliares. https://www.chamadadeenfermeira.pt/chamada-de-enfermeira/

O resto do turno foi tranquilo, acompanhei mais uma ronda pelas 5 da manhã. Vi o dia a romper com uma cevada bem quente na mão. Ouvi atentamente as histórias das colegas da Maria Antónia, algumas bem interessantes que me arrancaram algumas gargalhadas. Mas o que mais me impressionou foi a dedicação destas mulheres a pessoas estranhas que rapidamente passam a ser família. É a palavra certa, família. Nesta instituição estão cerca de 60 idosos em regime de internato, maior parte deles com graves problemas de saúde que requerem muitos cuidados. No entanto, foi uma boa surpresa constatar que ainda existem sítios nos quais os idosos são tratados com a dignidade que lhes é muitas vezes negada nos seus próprios domicílios, a dignidade que nos é devida enquanto seres humanos. Têm vindo a público, várias notícias que alguns lares de idosos têm sido encerrados por falta de condições. Não devemos generalizar, pois existem muitos que cumprem todas as normas impostas, e não se coíbem de investir nas novas tecnologias de modo a melhorar a qualidade dos serviços prestados aos seus utentes.

Quanto à Maria Antónia, não tenho palavras para agradecer o carinho e a paciência que teve comigo, sempre a questioná-la sobre tudo. É um ser humano extraordinário com uma dedicação fora do comum ao seu trabalho. Como me disse, e bem, “lido todos os dias com vidas humanas, com as suas inúmeras fragilidades, é que quando envelhecemos voltamos a ser crianças, com os medos e angústias que temos quando estamos a crescer”. Não poderia concordar mais. Apesar de não ser a minha área, e de ter tido dúvidas relativamente ao tema, adorei esta experiência, ajudou-me a ver no presente o futuro.

Nota: o texto não foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico